A elegância da Morte

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                                                                 19-01-2011/16:15
                                                                 Um vídeo poema
                                                                       Eu acho

Un Chien Andalou (1929)



Un chien andalou (1929)
16 min +-
Surrealismo - 6 June 1929 (França)
Diretor: Luis Buñuel
Escritores: Salvador Dalí (roteiro), Luis Buñuel (roteiro)
Estrelas: Mareuil Simone e Batcheff Pierre

Os estranhos olham pra fora

Os estranhos olham pra fora. 2010. Obra de d.bohn.

Don’t let me down

Musica punk
A revolução industrial
A falta de vontade
Os atrasados

O comunismo
A piada sem graça
A chuva que atrapalha
O cara que não sai do quarto

O sono
A bateria
A oxitocina
A energia

O cego atravessando a rua
A TV ligada
Falsos muros de Berlim
As oportunidades

A internet
Don’t let me down Beatles
O resto
Acho que dá



Direitos reservados.

Da Série - Fundo do Aquário

Aquário. 2008. Obra de d.bohn.

Aquário II. 2008. Obra de d.bohn.

Aquário III. 2008. Obra de d.bohn.
Todos os direitos reservados.

O Pneu e O susto do Morcego

O susto do morcego. 2010. Obra de d.bohn


O Pneu. 2009. Obra de d.bohn.
Todos os direitos reservados.


Fim

Da mentirosa morte repugnante

Para o sentimental alheio a ilusões

Cegueira de senhores e senhoras inúteis

Que prosseguem inconsequentemente parados



A desgraça superficial enfim mostra sua face

E ser o não ser é difícil

O choro incessante da figura entre paredes cansadas

Desiludidas com o fato, e a má vontade enrustida



Então assim se quebra e acaba

É o fim do pequeno caminho

O inicio da travessia até o outro lado

Um fim sem seu capítulo final



E olhando enxergava em seus olhos

A imagem dissolvida em meus braços

Seremos esquecidos eternamente

Lembrados por algum retrocesso



A certeza será revelada

Sem mais dias, sem menos horas

O pensamento acabou

Sem as mesmas chances, sem ressentimentos



Não há tempo para a covardia

O que ficou foi sua escolha

Acabou a felicidade a dor

A trajetória da maldade feliz



Agora não há volta para retornos

Serás julgado?

Tivemos caminhos a seguir

Escolhemos, fomos escolhidos?



Tardio pensamento incansável

Passado lutador e inabalável

Sim, ele...

É o mais importante agora

Ontem e hoje

Heri et hodie

Coexistentes insoluveis e projetados

Relacionam-se com sua existencia

Seguem cegos para a procissão

Direção única, muda de argumentos

Racionais ações, irracionais tamanhos

Vossos valores, vossos sentimentos

Compreendidos nos cercados de non sentidos

Mortis nunc et semper

Objetos repletos de cores diferentes, diversas

Marcham fúnebres e inexoráveis por cima da crença

A admiração alcançada nos leva ao profundo mundo

Ao assombro de nós mesmos

Nós os nossos só nós permitimos

Profundo caos na realidade restrita

Infinito si em si mesmo

Vasto delirio perigoso, cruel

Hanc gemmam non est meum

Código de barras

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00000 25122010


Carros aceleram em piche

Motos retornam na nova geração

A nostalgia é engolida

O 25 do 12 virou um dia qualquer

A verdade oculta não impressiona

Ceticistas e relativistas andam em piche

A atitude está na cabeça

Mas a moda sempre tem espaço

Quem percebe o novo combustivel

O novo corte de cabelo

A revolta esta trancada no baú

A ficção renova, o corpo não

A atração na caixa mágica

Fumar causa câncer de pulmão

O útil e o proibido se abraçam na internet

Processos rolam contra mim

O descaso casou-se com o acaso

E eu morri num pesadelo qualquer